quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Nunca pense que o pecado seja a solução para algum problema ou tristeza. Não é sábio arriscar a salvação por propostas aparentemente atraentes do inimigo.

Algumas pessoas se iludem pensando que serão felizes e realizadas vivendo em pecado. Mas além de ser contrário à vontade de Deus, vale lembrar que todo divórcio é traumático

"Tenham amor, pois o amor une perfeitamente todas as coisas. O amor é o vínculo da perfeição." colossenses 3:14

O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.

Estou ultimamente ocupado em ler a Bíblia. Tirai o que puderdes deste livro pelo raciocínio e o resto pela fé, e, vivereis e morrereis um homem melhor.

Se Cristo vos libertar, verdadeiramente sereis livres.

A maioria das pessoas preocupa-se com passagens da Bíblia que não entende, mas as que me preocupam são as que eu entendo.

Exploração de mulher denuncie

GRÁTIS tráfico Campanha MERCOSUL em mulheres, é uma campanha regional com os seguintes objectivos:
• Evite que as mulheres que elas podem ser capturadas enganadas  e, em seguida, ser tratado com vários fins.(Exploração sexual, trabalho, casamentos servis, etc.).
 Fornecer informação para as mulheres que podem estar em uma situação de tráfico para que possam ser atendidos por pessoal qualificado.
 Incentivar o serviço civil e os operadores sociais envolvidos em áreas de fronteira:
- Eles podem estar alerta e detectar possíveis casos de tráfico de mulheres;
- Conhecer as ferramentas de informação e orientação fornecer MERCOSUL;
- Ter informação onde a comunicação em situações de tráfico de mulheres nos países do MERCOSUL.

Por que uma campanha regional para prevenir o tráfico de mulheres? 
 Porque é uma forma extrema de violência de gênero que viola os direitos das mulheres.
 Porque o tráfico é um crime transnacional que afeta principalmente as mulheres (e meninas), para que possamos trazer para suas ações de batalha de coordenação.
 Para todos os membros plenos do Mercosul são reticulados de e para a exploração de mulheres.
 Para a maior parte da bacia principal e recrutamento estão nas fronteiras dos países do MERCOSUL.
A campanha integra os conceitos e princípios do Guia MERCOSUL
Pedir ajuda, 
 NÃO SEJA
 COM MEDO. 

 CONTATOS PARA CONSULTAS
  E cuidados para mulheres.
  Argentina 145/0800 555 5065
  Brasil 180
  Paraguai 137
  Uruguai 0800 7272
  Chile 800 104 008
VALDINEI DA SILVA 
JUIZ DO MERCOSUL

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

O que é o Pentateuco?

O Pentateuco é um nome para os cinco primeiros livros da Bíblia, os quais estudiosos bíblicos conservadores acreditam que tenham sido em sua maioria escritos por Moisés. Embora os próprios livros do Pentateuco não identifiquem claramente o autor, há muitas passagens que os atribuem a Moisés ou como sendo as suas palavras (Êxodo 17:14; 24:4-7; Números 33:1-2, Deuteronômio 31:9-22). Uma das evidências mais importantes para Moisés ser o autor do Pentateuco é que o próprio Jesus se refere a esta seção do Antigo Testamento como a "Lei de Moisés" (Lucas 24:44). Embora alguns versículos do Pentateuco aparentem ter sido adicionados por alguém que não fosse Moisés -- por exemplo, Deuteronômio 34:5-8 descreve a morte e sepultamento de Moisés – a maioria dos estudiosos atribui a maioria destes livros a Moisés. Mesmo se Josué ou outra pessoa realmente tivesse escrito os manuscritos originais, o ensino e a revelação foram dados por Deus através de Moisés, e não importa quem realmente escreveu as palavras, o autor final foi Deus e os livros ainda são inspirados.

A palavra "Pentateuco" vem de uma combinação da palavra grega penta, que significa "cinco", e teuchos, que pode ser traduzida como "pergaminhos". Por isso, "Pentateuco" refere-se simplesmente aos cinco pergaminhos que compõem a primeira das três divisões do cânone judaico. O nome Pentateuco pode ser rastreado até 200 DC, quando Tertuliano se refere aos cinco primeiros livros da Bíblia por esse nome. Também conhecido como a Torá, a palavra hebraica que significa "Lei", esses cinco livros da Bíblia são Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.

Os judeus geralmente dividem o Antigo Testamento em três seções diferentes: A Lei, Os Profetas e Os Escritos. A Lei ou Torá contém o fundo histórico da criação e da escolha de Deus por Abraão e pela nação judaica como o Seu povo escolhido. A Torá contém também a lei dada a Israel no Monte Sinai. As Escrituras se referem a estes cinco livros por vários nomes. Josué 1:7 diz: "Tão somente esforça-te e tem mui bom ânimo, cuidando de fazer conforme toda a lei (torá) que meu servo Moisés te ordenou" e também são chamados de "a lei de Moisés" em 1 Reis 2:3.

Os cinco livros da Bíblia que compõem o Pentateuco são o princípio da revelação progressiva de Deus ao homem. Em Gênesis encontramos o começo da criação, a queda do homem, a promessa de redenção, o início da civilização humana e o início do relacionamento de aliança entre Deus e o Seu povo escolhido, Israel.

O próximo livro é Êxodo, o qual registra Deus libertando o Seu povo da escravidão e sua preparação para a posse da Terra Prometida que Deus lhes tinha reservado. O Livro de Êxodo recorda a libertação de Israel do Egito depois de 400 anos de escravidão, assim como prometido por Deus a Abraão (Gênesis 15:13). Esse livro registra a aliança que Deus faz com Israel no Monte Sinai, as instruções para a construção do tabernáculo, a entrega dos Dez Mandamentos e outras instruções sobre como Israel devia adorar a Deus.

Levítico segue Êxodo e expande as instruções de como o povo da aliança (Israel) devia adorar a Deus e governar a si mesmo. Esse livro estabelece os requisitos do sistema sacrificial que permitiria que Deus esquecesse os pecados de Seu povo até o sacrifício perfeito de Cristo, quando o pecado seria expiado completamente.

Depois de Levítico temos o Livro de Números, o qual cobre os principais eventos durante os 40 anos que Israel vagou no deserto e dá instruções para adorar a Deus e viver como o Seu povo da aliança. O último dos cinco livros que compõem o Pentateuco é Deuteronômio. Muitas vezes refere-se a Deuteronômio como a "segunda lei" ou "repetição da lei". Ele registra as palavras finais de Moisés antes do povo de Israel entrar na Terra Prometida (Deuteronômio 1:1). Em Deuteronômio, a Lei de Deus dada no Monte Sinai é repetida e explicada. Enquanto Israel entra em um novo capítulo de sua história, Moisés os relembra dos mandamentos de Deus e das bênçãos que seriam deles se obedecessem a Deus e as maldições que viriam de sua desobediência.

Os cinco livros do Pentateuco são geralmente considerados livros históricos por registrarem acontecimentos históricos. Embora sejam muitas vezes chamados de Torá ou Lei, na realidade eles contêm muito mais do que leis. Eles fornecem uma visão geral do plano de redenção de Deus e fornecem um pano de fundo para tudo o que se segue nas Escrituras. Como o resto do Antigo Testamento, as promessas, tipos e profecias contidas no Pentateuco têm seu cumprimento final na pessoa e obra de Jesus Cristo.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Mateus 24

Ao sair do templo, os discípulos aproximaram-se de Jesus e fizeram-no apreciar as construções.
Jesus, porém, respondeu-lhes: Vedes todos estes edifícios? Em verdade vos declaro: não ficará aqui pedra sobre pedra; tudo será destruído.
Indo ele assentar-se no monte das Oliveiras, achegaram-se os discípulos e, estando a sós com ele, perguntaram-lhe: Quando acontecerá isto? E qual será o sinal de tua volta e do fim do mundo?
Respondeu-lhes Jesus: Cuidai que ninguém vos seduza.
Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu o Cristo. E seduzirão a muitos.
Ouvireis falar de guerras e de rumores de guerra. Atenção: que isso não vos perturbe, porque é preciso que isso aconteça. Mas ainda não será o fim.
Levantar-se-á nação contra nação, reino contra reino, e haverá fome, peste e grandes desgraças em diversos lugares.
Tudo isto será apenas o início das dores.
Então sereis entregues aos tormentos, matar-vos-ão e sereis por minha causa objeto de ódio para todas as nações.
Muitos sucumbirão, trair-se-ão mutuamente e mutuamente se odiarão.
Levantar-se-ão muitos falsos profetas e seduzirão a muitos.
E, ante o progresso crescente da iniqüidade, a caridade de muitos esfriará.
Entretanto, aquele que perseverar até o fim será salvo.
Este Evangelho do Reino será pregado pelo mundo inteiro para servir de testemunho a todas as nações, e então chegará o fim.
Quando virdes estabelecida no lugar santo a abominação da desolação que foi predita pelo profeta Daniel {9,27} - o leitor entenda bem -
então os habitantes da Judéia fujam para as montanhas.
Aquele que está no terraço da casa não desça para tomar o que está em sua casa.
E aquele que está no campo não volte para buscar suas vestimentas.
Ai das mulheres que estiverem grávidas ou amamentarem naqueles dias!
Rogai para que vossa fuga não seja no inverno, nem em dia de sábado;
porque então a tribulação será tão grande como nunca foi vista, desde o começo do mundo até o presente, nem jamais será.
Se aqueles dias não fossem abreviados, criatura alguma escaparia; mas por causa dos escolhidos, aqueles dias serão abreviados.
Então se alguém vos disser: Eis, aqui está o Cristo! Ou: Ei-lo acolá!, não creiais.
Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas, que farão milagres a ponto de seduzir, se isto fosse possível, até mesmo os escolhidos.
Eis que estais prevenidos.
Se, pois, vos disserem: Vinde, ele está no deserto, não saiais. Ou: Lá está ele em casa, não o creiais.
Porque, como o relâmpago parte do oriente e ilumina até o ocidente, assim será a volta do Filho do Homem.
Onde houver um cadáver, aí se ajuntarão os abutres.
Logo após estes dias de tribulação, o sol escurecerá, a lua não terá claridade, cairão do céu as estrelas e as potências dos céus serão abaladas.
Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem. Todas as tribos da terra baterão no peito e verão o Filho do Homem vir sobre as nuvens do céu cercado de glória e de majestade.
Ele enviará seus anjos com estridentes trombetas, e juntarão seus escolhidos dos quatro ventos, duma extremidade do céu à outra.
Compreendei isto pela comparação da figueira: quando seus ramos estão tenros e crescem as folhas, pressentis que o verão está próximo.
Do mesmo modo, quando virdes tudo isto, sabei que o Filho do Homem está próximo, à porta.
Em verdade vos declaro: não passará esta geração antes que tudo isto aconteça.
O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão.
Quanto àquele dia e àquela hora, ninguém o sabe, nem mesmo os anjos do céu, mas somente o Pai.
Assim como foi nos tempos de Noé, assim acontecerá na vinda do Filho do Homem.
Nos dias que precederam o dilúvio, comiam, bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca.
E os homens de nada sabiam, até o momento em que veio o dilúvio e os levou a todos. Assim será também na volta do Filho do Homem.
Dois homens estarão no campo: um será tomado, o outro será deixado.
Duas mulheres estarão moendo no mesmo moinho: uma será tomada a outra será deixada.
Vigiai, pois, porque não sabeis a hora em que virá o Senhor.
Sabei que se o pai de família soubesse em que hora da noite viria o ladrão, vigiaria e não deixaria arrombar a sua casa.
Por isso, estai também vós preparados porque o Filho do Homem virá numa hora em que menos pensardes.
Quem é, pois, o servo fiel e prudente que o Senhor constituiu sobre os de sua família, para dar-lhes o alimento no momento oportuno?
Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, na sua volta, encontrar procedendo assim!
Em verdade vos digo: ele o estabelecerá sobre todos os seus bens.
Mas, se é um mau servo que imagina consigo:
- Meu senhor tarda a vir, e se põe a bater em seus companheiros e a comer e a beber com os ébrios,
o senhor desse servo virá no dia em que ele não o espera e na hora em que ele não sabe,
e o despedirá e o mandará ao destino dos hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes.

SIRIA 2015 URGENTE

Por que querem destruir a Síria?

29.09.2015
 
Por que querem destruir a Síria?. 23007.jpeg
Vocês políticos do mundo, que bebem o sangue e comem a carne das crianças da Síria para fortalecer suas economias decadentes, para capacitar as suas fábricas de armas e para juntar dinheiro. Vocês que dançam sobre os pedaços dos corpos das crianças, que destroem suas casas, me dêem um motivo ético e humano para justificar o que vocês estão fazendo?
por Dr. Ghassan Nseir,Embaixador Chefe da Missão da Embaixada da Síria
Por que querem destruir a Síria?
Darei a vocês alguns motivos:
1- Porque ela possui dez mil anos de civilização.
2- Porque nela nasceu o alfabeto, a civilidade, a filosofia e a ciência que se espalhou pelo mundo.
3- Porque muitos povos viveram em seu território, como os Cananeus, os Acadianos, os Hititas, os Assírios, os Aramaicos, os Siríacos, os Gregos e os Romanos
4- Porque nela estão as verdadeiras raízes da história. Raízes que não são passíveis de adulteração.
5- Porque de suas entranhas nasceu o cristianismo, mais precisamente em Damasco, e se espalhou para o mundo através do Apóstolo Paulo.
6- Porque dela saíram os imperadores para Roma (Sete imperadores).
7- Porque dela saíram os papas para Roma (Cinco papas).
8- Porque nela nasceram os santos, como João Damasquino.
9- Porque ela formou os cientistas, médicos e astrónomos.
10- Porque seu povo transmitiu aos outros povos a ciência e a filosofia, através de seus tradutores (Os siríacos).
11- Porque ela disseminou o Islã tolerante e civilizado e não o terrorista.
12- Porque nela se avizinham as mesquitas, as igrejas e as sinagogas. 
13- Porque ela mandou suas missões de educadores para os países do Golfo Arábico, para que ensinassem àqueles povos a ciência e a cultura, assim como o fez no Iémen, na Argélia, no Marrocos e na Mauritânia. 
14- Porque ela abriu sua única universidade para todos os árabes.
15- Porque ela defendeu a causa palestina e ficou do lado da resistência durante toda a sua trajectória, dando-lhe apoio com dinheiro, armas e posições.
16- Porque ela abrigou os refugiados palestinos e deu a eles todos os direitos dos sírios, excepto o direito à nacionalidade.
17- Porque nela o ensino é obrigatório até o 2º. Grau e gratuito em todas as etapas até a universidade.
18- Porque acredita no Pan-Arabismo como uma união económica, política e cultural.
19- Porque ela oferece a assistência e os cuidados médicos gratuitamente a todos os seus cidadãos. 
20- Porque suas crianças vivem seguras, assistidas e saudáveis.
21- Porque ela não aceita a subserviência às mobilizações dos países imperialistas.
22- Porque ela impediu a divisão do Líbano e se opôs à invasão americana do Iraque.
23- Porque ela deu suporte e apoio à resistência libanesa e forte retaguarda em suas batalhas contra a ocupação israelense.
24- Porque ela recebeu milhões de refugiados iraquianos e não os colocou em barracas e nem em acampamentos. Assim como recebeu os libaneses na guerra de Julho de 2006.
25- Porque é o único país milenar entre os países árabes.
26- Porque ela desenvolveu suas capacidades económicas e a sua auto-suficiência e se aproximou muito dos países desenvolvidos, com sua infra-estrutura e seus recursos humanos. 
27- Porque nela estão as sedes das igrejas cristãs orientais.
28- Porque possui a única cidade onde seus moradores falam a língua de Jesus Cristo, que é a cidade de Maalula.
29- Porque ela combate o racismo sionista e as ambições expansionistas e colonialistas de Israel e a negação dos direitos legítimos do povo palestino.
Vocês políticos do mundo, que bebem o sangue e comem a carne das crianças da Síria para fortalecer suas economias decadentes, para capacitar as suas fábricas de armas e para juntar dinheiro. Vocês que dançam sobre os pedaços dos corpos das crianças, que destroem suas casas, que expulsam as pessoas e que tornam crianças órfãs, me deem um motivo ético e humano para justificar o que vocês estão fazendo?
Tudo isso para servir a Israel? Qual é o serviço que tem como preço vítimas, morte e destruição?
E vocês jornalistas que influenciam a opinião pública? Não chegou a hora de honrar sua profissão, fazer análises objetivas e apresentar a verdade? Ou será que vocês foram alugados por dinheiro e venderam a sua consciência profissional (se é que já existiu!)? Vocês tem uma responsabilidade com a história, porque vocês têm os meios de adulterar os fatos e vocês também estão negociando o sangue e a carne das crianças. Vocês se aproveitam da confiança das pessoas para engana-las.
Será que não chegou a hora de despertar a sua consciência? Vocês não têm filhos?

CHINA PRONTA PARA GUERRA

O Exêrcito chinês em treinamento

O Exército de Libertação Popular, ESP, que inclui o Força Terrestre do Exército de Salvação Popular, Força Aérea e Marinha, e outras forças nucleares estratégicas, serve os propósitos militares da República Popular da China. A sua força de 2.3 milhões de militares tornam-no o maior exército do mundo, em termos de número de militares.Este exército é bem treinado com 8.500 tanques, 61 submarinos, 4.000 aviões de combate e 54 navios de superfície. O ESP foi criado a 1 de Agosto de 1927, como o braço militar do Partido Comunista da China. Fotos Splash/All Over

O Exêrcito chinês em treinamento O Exército de Libertação Popular, ESP,  que inclui o Força Terrestre do Exército de Salvação Popular, Força Aérea e Marinha, e outras forças nucleares estratégicas, serve os propósitos militares da República Popular da China. A sua força de 2.3 milhões de militares tornam-no o maior exército do mundo, em termos de número de militares.Este exército é bem treinado com 8.500 tanques, 61 submarinos, 4.000 aviões de combate e 54 navios de superfície.  O ESP foi criado a 1 de Agosto de 1927, como o braço militar do Partido Comunista da China.
Fotos Splash/All Over
O Exêrcito chinês em treinamento O Exército de Libertação Popular, ESP,  que inclui o Força Terrestre do Exército de Salvação Popular, Força Aérea e Marinha, e outras forças nucleares estratégicas, serve os propósitos militares da República Popular da China. A sua força de 2.3 milhões de militares tornam-no o maior exército do mundo, em termos de número de militares.Este exército é bem treinado com 8.500 tanques, 61 submarinos, 4.000 aviões de combate e 54 navios de superfície.  O ESP foi criado a 1 de Agosto de 1927, como o braço militar do Partido Comunista da China.
Fotos Splash/All Over


O Exêrcito chinês em treinamento O Exército de Libertação Popular, ESP,  que inclui o Força Terrestre do Exército de Salvação Popular, Força Aérea e Marinha, e outras forças nucleares estratégicas, serve os propósitos militares da República Popular da China. A sua força de 2.3 milhões de militares tornam-no o maior exército do mundo, em termos de número de militares.Este exército é bem treinado com 8.500 tanques, 61 submarinos, 4.000 aviões de combate e 54 navios de superfície.  O ESP foi criado a 1 de Agosto de 1927, como o braço militar do Partido Comunista da China.
Fotos Splash/All Over
 O Exêrcito chinês em treinamento O Exército de Libertação Popular, ESP,  que inclui o Força Terrestre do Exército de Salvação Popular, Força Aérea e Marinha, e outras forças nucleares estratégicas, serve os propósitos militares da República Popular da China. A sua força de 2.3 milhões de militares tornam-no o maior exército do mundo, em termos de número de militares.Este exército é bem treinado com 8.500 tanques, 61 submarinos, 4.000 aviões de combate e 54 navios de superfície.  O ESP foi criado a 1 de Agosto de 1927, como o braço militar do Partido Comunista da China.
Fotos Splash/All Over

" Estado Islâmico" destruiu templo de Baal Shamin em Palmiraf

" Estado Islâmico" destruiu templo de Baal Shamin em Palmiraf

Templo de Baal Shamin datava do século 17 a.C. e fora ampliado durante o Império Romano sob o imperador romano Adriano, em 130 AC. Os jihadistas divulgaram um vídeo na Internet, confirmando a tragédia.
  Estado Islâmico   destruiu templo de Baal Shamin em Palmiraf Templo de Baal Shamin datava do século 17 a.C. e fora ampliado durante o Império Romano sob o imperador romano Adriano, em 130 AC. Os  jihadistas divulgaram um vídeo na Internet,  confirmando  a tragédia.

ENTENDA UM POUCO DO PAIS ISRAEL

Israel

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
מְדִינַת יִשְׂרָאֵל (hebraico)
Medīnat Yisrā'el
دَوْلَةُ إِسْرَائِيلَ (árabe)
Dawlat Isrā'īl

Estado de Israel
A bandeira tem ao centro a Estrela de Davi, símbolo do judaísmo.
Emblem of Israel.svg
BandeiraBrasão
Hino nacionalהתקווה (HaTikvá)
"A esperança"
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Gentílico: israelita; israeliano;[1]
israelense[carece de fontes]

Localização de Israel

Localização de Israel no globo mundial.
CapitalJerusalém(disputada)[nota 1]
31°47′N 35°13′E
Cidade mais populosaJerusalém
Língua oficialHebraicoárabe e inglês
GovernoRepúblicaparlamentarista
 - PresidenteReuven Rivlin
 - Primeiro-ministroBenjamin Netanyahu
Independência 
 - Declaração14 de maio de 1948
iyar 5708 
Área 
 - Total20 770 / 22 072 km²[nota 2]km² (151.º)
 - Água (%)~2
População 
 - Estimativa de 20138 134 100[3] [nota 3]hab. (96.º)
 - Censo 19955 548 523 hab. 
 - Densidade368,5 hab./km2[nota 4]
391,6 hab./km² (34.º)
PIB (base PPC)Estimativa de 2014
 - TotalUS$ 268,283 bilhões*[4]  
 - Per capitaUS$ 33 351[4]  (25.º)
PIB (nominal)Estimativa de 2014
 - TotalUS$ 304,983 bilhões*[4]  
 - Per capitaUS$ 37 914[4]  (25.º)
IDH (2013)0,888 (19.º) – muito elevado[5]
Gini (2008)37,6 (2012)[2]
MoedaNovo shekel (NIS)
Fuso horário(UTC+2)
 - Verão (DST)(UTC+3)
Cód. Internet.il
Cód. telef.+972
Website governamentalwww.gov.il

Mapa de Israel
Israel (em hebraicoיִשְׂרָאֵלYisra'el; em árabeإِسْرَائِيلُIsrā'īl), oficialmente Estado de Israel (em hebraico Loudspeaker.svg? מדינת ישראלtransl.Medīnát Isra'élpronunciado: [mediˈnat jisʁaˈʔel]; em árabeدولة إسرائيل,Dawlát Isrā'īlpronunciado: [dawlat ʔisraːˈʔiːl]), é uma república parlamentar localizada no Oriente Médio, ao longo da costa oriental do Mar Mediterrâneo. O país faz fronteira com o Líbano ao norte, com a Síria a nordeste, com a Jordânia e a Cisjordânia a leste, com o Egito e a Faixa de Gaza ao sudoeste, e com o Golfo de Aqaba, noMar Vermelho, ao sul.[nota 5] Geograficamente, contém diversas características dentro de seu território relativamente pequeno.[2] [7]Israel é definido como um "Estado Judeu e Democrático" em suasLeis Básicas e é o único Estado de maioria judia do mundo.[8]
Após a adoção de uma resolução pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 29 de novembro de 1947, recomendando a adesão e implementação do Plano de Partilha da Palestina para substituir o Mandato Britânico, em 14 maio de 1948, David Ben-Gurion, o chefe-executivo da Organização Sionista Mundial[nota 6] e presidente da Agência Judaica para a Palestinadeclarou o estabelecimento de um Estado Judeu em Eretz Israel, a ser conhecido como o Estado de Israel, uma entidade independente do controle britânico.[9] [10] [11] As nações árabes vizinhas invadiram o recém-criado país no dia seguinte, em apoio aos árabes palestinos. Israel, desde então, travou várias guerras com os Estados árabes circundantes,[12] no decurso das quais ocupou os territórios daCisjordâniapenínsula do SinaiFaixa de Gaza e colinas de Golã. Partes dessas áreas ocupadas, incluindo Jerusalém Oriental, foram anexadas por Israel, mas a fronteira com a vizinha Cisjordânia ainda não foi definida de forma permanente.[13] [14] [15] [16] [17] Israel assinou tratados de paz com Egito e Jordânia, porém os esforços para solucionar o conflito israelo-palestino até agora não resultaram em paz.
O centro financeiro de Israel é Tel Aviv,[18] enquanto Jerusalém é a cidade mais populosa do país e sua capital[nota 7] (embora não seja reconhecida como tal pela comunidade internacional). A população israelense, conforme definido pelo Escritório Central de Estatísticas de Israel, foi estimada em 2012 em 7 879 500 pessoas, das quais 5 930 000 eram judias. Os árabes formam a segunda maior etnia do país, com 1 622 500 de pessoas.[3] A grande maioria dos árabes israelenses são muçulmanos, além de uma população menor, mas significativa de beduínos do Negev e os cristãos árabes. Outras minorias incluem várias denominações étnicas e etno-religiosas, como os drusoscircassianossamaritanosmaronitas, além de outros.
Israel é uma democracia representativa com um sistema parlamentarrepresentação proporcional e sufrágio universal.[19] [20]primeiro-ministro serve como chefe de governo e o Knesset como o corpo legislativo unicameral do país. Israel tem uma das mais altas expectativas de vida do mundo[21] e é considerado um país desenvolvido, sendo membro da OCDE e da ONU.[22] Seu produto interno bruto (PIB) nominal foi o 40º maior do mundo em 2011,[4]enquanto o país tem o mais alto padrão de vida do Oriente Médio.[23] No entanto, organizações como a Anistia Internacional e o Human Rights Watch têm sido críticos das políticas de Israel em relação aos palestinos, enquanto o governo dos Estados Unidos[24]e alguns países da Europa, como o Reino Unido e a Alemanha, geralmente apoiam Israel bélica e financeiramente.[25]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Shalom black.svgEste artigo contém texto em hebraico.
Sem suporte multilingual apropriado, você verá interrogações, quadrados ou outros símbolos em vez de letras hebraicas.
Arabic albayancalligraphy.svgEste artigo contém texto em árabe, escrito da direita para a esquerda. Sem suporte multilingual apropriado, você veráinterrogações, quadrados ou outros símbolosem vez de letras árabes.
O primeiro registro histórico conhecido do termo Israel surge na Estela de Merneptá, monumento que celebra as vitórias militares do faraóMerneptá, datado do final do século XIII a.C.[26] O nome Israel é o único precedido pelo determinativo para povo, assinalando a sua distinção em relação às populações de cidades-Estado presentes na mesma inscrição, o que sugere uma identidade contrastante com a dos seus vizinhos.[27]
É consensual entre os acadêmicos a derivação de Israel a partir de uma forma verbal semita ocidental como śārâ (lutar, prevalecer, reinar [com]), e do elemento teofórico El ("Deus"), o que indicia que a designação poderá ter partido do próprio povo que a usou, podendo-se supor que partilharia uma identidade cultural e uma noção comum de religiosidade (culto a El), assim como, talvez, uma propensão para a guerra.[28]
A tradição judaica dá o como acrograma hebraico das iniciais dos patriarcas e matriarcas, dos quais se originou o povo de Israel: Isaac e Jacó (י), Sara (ש), Rebeca e Raquel (ר), Abraão (א), Lea (ל). A sua etimologia é sugerida na passagem doGênesis 32:28, na qual Jacó luta contra um anjo de Deus e o vence, após o que recebe de Deus o nome de Israel. O nome conteria, assim, o significado para a realização de um pacto entre Deus e Israel, mantendo a memória e identidade do povo através dos tempos, e definindo as regras de sua relação com o divino.[29]
O atual país foi designado por Medinat Yisrael, ou Estado de Israel, após serem rejeitadas outras propostas como Eretz Israel ("Terra de Israel"), Sião e Judeia.[30] O uso do termo hebraico israeli para se referir a um cidadão de Israel foi decidido pelo governo do país após a independência e anunciado pelo então Ministro das Relações Exteriores de Israel,Moshe Sharett.[31] Em português, os cidadãos de Israel são denominados "israelenses" (no Brasil) ou "israelitas" (em Portugal e nos PALOP).

História[editar | editar código-fonte]

Raízes históricas[editar | editar código-fonte]

Extensão do Reino de Israel e Judá no século XI a.C.
história da Antiga Israel abrange o período desde o século XX a.C. até à expulsão eDiáspora do povo judaico no século I, na área compreendida entre o mar Mediterrâneo, odeserto do Sinai, as montanhas do Líbano e o deserto da Judeia. Concentra-se especialmente no estudo do povo judeu neste período, e de forma secundária dos outros povos que com ele conviveram, como os filisteusfeníciosmoabitasidumeushititas,madianitasamoritas e amonitas. As fontes sobre este período são principalmente a escrita clássica como a Bíblia hebraica ou Tanakh (conhecida pelos cristãos como Antigo Testamento), o Talmude, o livro etíope Kebra Nagast e escritos de Nicolau de Damasco, Artapano de Alexandria, Fílon e Josefo. Outra fonte principal de informação são os achados arqueológicos no EgitoMoabeAssíria ou Babilónia, e os vestígios e inscrições no próprio território.
Terra de Israel, conhecida em hebraico como Eretz Israel, é sagrada para o povo judeu desde os tempos bíblicos. De acordo com a Torá, a Terra de Israel foi prometida aos três patriarcas do povo judeu, por Deus, como a sua pátria;[32] [33] estudiosos têm colocado este período no início do 2º milênio a.C..[34] A terra de Israel guarda um lugar especial nas obrigações religiosas judaicas, englobando os mais importantes locais do judaísmo (como os restos do Primeiro eSegundo Templos do povo judeu). A partir do século X a.C.[35] uma série de reinos e estados judaicos estabeleceram um controle intermitente sobre a região que durou cerca de 150 anos, para o Reino de Israel, até à sua conquista pelosassírios em 721 a.C., e quatro séculos para o Reino de Judá, até à sua conquista por Nabucodonosor em 586 a.C. e destruição do Templo de Salomão pelos babilónios.[36] Em 140 a.C. a revolta dos Macabeus levou ao estabelecimento doReino Hasmoneu de Israel, cuja existência enquanto reino independente durou 77 anos, até à conquista de Jerusalém porPompeu em 63 a.C, altura em que se tornou um reino tributário do Império Romano.[37]
Sob o domínio assírio, babilônico, persagrego, romano, bizantino e (brevemente) sassânido, a presença judaica na região diminuiu por causa de expulsões em massa. Em particular, o fracasso na revolta de Bar Kokhba contra o Império Romano em 132 resultou em uma expulsão dos judeus em larga escala. Durante este tempo os romanos deram o nome de Syria Palæstina à região geográfica, numa tentativa de apagar laços judaicos com a terra. No entanto, a presença judaica na Palestina manteve-se, com o deslocamento de judeus da Judeia para a cidade de Tiberíades, na Galileia.[38] No início do século XII ainda permaneciam cerca de 50 famílias judaicas na cidade.[39] A Mishná e o Talmud de Jerusalém, dois dos textos judaicos mais importantes, foram compostos na região durante esse período. A terra foi conquistada doImpério Bizantino em 638 durante o período inicial das conquistas muçulmanas. O niqqud hebraico foi inventado em Tiberíades nessa época. A área foi dominada pelos omíadas, depois pelos abássidascruzados, os corésmios e mongóis, antes de se tornar parte do império dos mamelucos (1260-1516) e o Império Otomano em 1517.[40]
Réplica do Segundo Templo, emJerusalém, destruído no ano 70 peloImpério Romano
Embora a presença judaica na Palestina tenha sido constante, os judeus que "sempre lá estiveram" reduziam-se à pequena comunidade rural de Peki'in, árabes em tudo excepto na religião.[41] Durante os séculos XII e XIII, houve um pequeno, mas constante movimento de imigrantes judeus para a região, especialmente vindos do Norte de África.[42]
Após o Decreto de Alhambra em 1492, muitos judeus expulsos de Espanha partiram para a Terra Santa,[43] embora se tenham fixado nas cidades onde viviam da caridade e do halukka enviado pelos seus pares na Diáspora.[41] Após 1517, sob o domínio Otomano, a região tornou-se uma província esquecida do Império, declinando em população devido à extrema pobreza, impostos exorbitantes, doença e falta de segurança. A população era maioritariamente muçulmana, da qual dez por cento eram católicos. Em 1777, judeus europeus começaram a voltar à região, juntando-se à pequena comunidade sefardita local.[44] Por volta de 1800, a população judaica rondaria os três milhares,[41] vivendo sobretudo nas "Quatro Cidades Sagradas", JerusalémHebronSafed e Tiberíades. Despreparados para a rudeza da região, sem conseguir arranjar emprego e impedidos de possuir terras, os judeus europeus viviam na miséria, sobrevivendo, mais uma vez, do halukka.[44]
Já na década de 1850, os judeus chegariam mesmo a constituir pelo menos a metade da população de Safed, Tiberíades e Jerusalém.[45] [46]

Sionismo e o Mandato Britânico[editar | editar código-fonte]

Theodor Herzl, visionário do Estado judeu, em 1901.
Algumas fontes afirmam que primeira grande onda de imigração moderna, conhecida como a primeira Aliyah (hebraico: עלייה), começou em 1881, quando os judeus fugiram dospogroms na Europa Oriental.[47] Outras, no entanto, apresentam dados que demonstram que os fluxos de imigração judaica provenientes da Europa entre os anos de 1880 a 1929 tinham como destino em sua maior parte, os países americanos e não a Palestina para onde se dirigiu um número minoritário de judeus até o início da Segunda Guerra Mundial.[48]
Enquanto o movimento sionista já existia, em teoria, Theodor Herzl foi creditado como o fundador do sionismo político,[49] um movimento que inspirado no nacionalismo alemão pretendia estabelecer um Estado judaico na terra de Israel, buscando uma solução estadista para a questão judaica.[50] Em 1896, Herzl publicou Der Judenstaat ("O Estado Judeu"), que oferece a sua visão de um futuro Estado judeu. No ano seguinte, ele presidiu o primeiro Congresso Mundial Sionista.[51]
segunda Aliyah (1904-1914), começou após o pogrom de Kishinev. Cerca de 40 000 judeus se estabeleceram naPalestina.[47] Tanto a primeira quanto a segunda onda de imigrantes foi principalmente de judeus ortodoxos,[52] porém naSegunda Aliyah também vieram alguns socialistas pioneiros que criaram o movimento kibbutz.[53] A 2 de novembro de 1917, durante a Primeira Guerra Mundial, o Ministro Britânico de Relações Exteriores, Arthur Balfour emitiu o que ficou conhecido como a Declaração de Balfour, que diz "O governo de Sua Majestade encara favoravelmente o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o Povo Judeu…". A pedido de Edwin Samuel Montagu e de Lord Curzon, uma linha foi inserida na declaração afirmando "que seja claramente entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não-judaicas na Palestina, ou os direitos e estatuto político usufruídos pelos judeus em qualquer outro país".[54]
Declaração de Balfour de 1917, que apoiou o estabelecimento de uma nação judaica na Palestina.
Legião Judaica, um grupo de batalhões compostos sobretudo de voluntários sionistas, havia assistido os britânicos na conquista da Palestina. A utilização do termo ambíguo "lar nacional" alarmou os árabes e, de forma a aplacá-los, em 7 de novembro de 1918 o Reino Unido assinou com a França a Declaração Anglo-Francesa,[55] declarando como objectivo comum a ambos os países "a libertação final e completa dos povos que há muito vêm sendo oprimidos pelos turcos, e o estabelecimento de governos nacionais e administrações [na SíriaIraque ePalestina] cuja autoridade deriva do livre exercício da iniciativa e escolha por parte das populações indígenas".[56] No entanto, em 1919, num memorando governamental interno, Balfour declarou que não tinha intenção de consultar os habitantes da Palestina sobre as suas aspirações, contrariando assim a Declaração de 1918 e a Declaração de Balfour na sua promessa de não prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não-judaicas da Palestina.[55] A oposição árabe a este plano levou aos distúrbios de 1920 na Palestina e à formação da organização judaica conhecida como Haganah ("a Defesa", em hebraico), da qual mais tarde se separaram os gruposIrgun e Lehi.[57]
Em 1922, a Liga das Nações concedeu ao Reino Unido um mandato na Palestina em condições semelhantes à Declaração Balfour.[58] A população da área neste momento era predominantemente muçulmana, enquanto na maior área urbana da região, Jerusalém, era maioritariamente judaica.[59] A terceira (1919-1923) e a quarta Aliyah (1924-1929) trouxeram 100 000 judeus para a Palestina.[47] A partir de 1921 os britânicos sujeitaram a imigração judaica a quotas e a maioria do território designado para o estado judaico foi alocado à Transjordânia.[60]
A ascensão do nazismo na década de 1930 levou à quinta Aliyah, com um fluxo de 250 mil judeus. Este fluxo provocou aRevolta árabe de 1936-1939, e levou os britânicos a conter a imigração através do Livro Branco de 1939. Com países de todo o mundo recebendo refugiados judeus fugidos do Holocausto, um movimento clandestino conhecido como Aliyah Betfoi organizado para transportar judeus para a Palestina.[47] Pelo final da Segunda Guerra Mundial, os judeus representavam 33% da população da Palestina, quando eram 11% em 1922.[61]

Independência e primeiros anos[editar | editar código-fonte]

Em 1945, o atentado terrorista ao Hotel King David, perpetrado peloIrgun, marcou o início da luta pela independência judaica na Palestina.
Após 1942, com a rejeição do Livro Branco de 1939 por parte dos líderes sionistas, o Reino Unido tornou-se cada vez mais envolvido num conflito violento com os judeus.[62] Vários ataques armados foram levados a cabo pelos sionistas contra alvos britânicos, dos quais se destacam o assassinato do ministro de estado britânico Lord Moyne no Cairo em novembro de 1944 pelo Stern Gang, liderado porYitzhak Shamir, e a explosão do Hotel King David pelo Irgun, liderado porMenachem Begin, em 1946. No início de 1947, o governo britânico, percebendo o encargo político e económico que estava a ser o conflito na Palestina, decidiu acabar com o Mandato, declarando que era incapaz de chegar a uma solução aceitável para ambos os lados, árabes e judeus.[63]
A recém-criada Organização das Nações Unidas recomendou a aplicação do Plano de partição da Palestina, aprovado pela Assembleia Geral das Nações Unidasatravés da Resolução 181, de 29 de novembro de 1947, propondo a divisão do país em dois Estados, um árabe e um judeu. Segundo esta proposta, a cidade de Jerusalém teria um estatuto de cidade internacional - um corpus separatum - administrada pelas Nações Unidas para evitar um possível conflito sobre o seu estatuto.[64] A partição proposta pelo Comitê Especial das Nações Unidas para a Palestina (UNSCOP, pela sigla em inglês) concedia ao terço populacional judeu 56% do território, deixando aos dois terços árabes 44% da terra. A divisão demográfica dos dois putativos países significava que no estado árabe deveriam viver 818.000 palestinos, hospedando 10.000 judeus. No estado judeu, viveriam 438.000 palestinos entre 499.000 judeus. O novo Estado judaico detinha a grande maioria das terra férteis e, das 1.200 aldeias palestinas, aproximadamente 400 estavam incluídas em seu interior.[65] [66]
Judeus sobreviventes do campo de concentração de Buchenwald na cidade israelense de Haifa, julho de 1945.
Agência Judaica aceitou o plano,[67] embora nunca tivesse afirmado que limitaria o futuro Estado judaico à área proposta pela Resolução 181. A 30 de novembro de 1947 a Alta Comissão Árabe rejeitou o plano, na esperança de que o assunto fosse revisto e uma proposta alternativa apresentada. Nesta altura, a Liga Árabe não considerava ainda uma intervenção armada na Palestina, à qual se opunha a Alta Comissão Árabe.[68] No dia seguinte à rejeição do plano, o conflito armado estendeu-se a toda a Palestina. As organizações paramilitares sionistas, em especial o Haganah e os voluntários internacionais que se lhes juntaram, iniciaram o que David Ben Gurion chamou de "defesa agressiva", na qual qualquer ataque árabe seria respondido de forma decisiva, com destruição do lugar, expulsão dos seus moradores e captura da posição. Em março de 1948 foi colocado em prática oPlano Dalet, com o objectivo de capturar aldeias, bairros e cidades árabes. No mês seguinte, dois importantes acontecimentos geraram ondas de choque através da Palestina e de todo o mundo árabe: A morte de Abd al-Qader al-Husseinidefendendo a aldeia árabe de Al-Qastal, e o massacre da aldeia de Deir Yassin, perpetrado pelo Irgun e pelo Stern Gang. Estes acontecimentos levaram os países árabes, reunidos na Liga Árabe, a considerar uma intervenção na Palestina com os seus exércitos regulares.[69] A economia árabe-palestina desmoronou e 250 000 árabes-palestinos fugiram ou foram expulsos.[70]
Em 14 de maio de 1948, um dia antes do fim do Mandato Britânico, a Agência Judaica proclamou a independência, nomeando o país de Israel. No dia seguinte, cinco países da Liga Árabe, Egito, Síria, Jordânia, Líbano e Iraque, apoiados pelaArábia Saudita e pelo Iêmen, invadiram[71] o território do antigo Mandato Britânico da Palestina, iniciando a Guerra árabe-israelense de 1948.[72] MarrocosSudão,Iêmen e Arábia Saudita também enviaram tropas para ajudar os invasores. Após um ano de combates, um cessar-fogo foi declarado e uma fronteira temporária, conhecida como Linha Verde, foi estabelecida. Os territórios anexados da Jordânia tornaram-se conhecidos como Cisjordânia e Jerusalém Oriental, o Egitoassumiu o controle da Faixa de Gaza.
Israel foi admitido como membro das Nações Unidas em 11 de maio de 1949.[73] Durante o conflito de 1948, 711 000 árabes, de acordo com estimativas das Nações Unidas, ou cerca de 80% da população árabe anterior, fugiram do país.[74]O destino dos refugiados palestinos de hoje é um grande ponto de discórdia no conflito israelo-palestino.[75] [76] Em retaliação, os governos de diversos países árabes e muçulmanos iniciaram uma política de perseguição e expulsão de suas populações judaicas, que resultou no êxodo de cerca de 700 mil pessoas, a maioria absorvida por Israel, entre o final da década de 1940 e o início da década de 1970[77] [78] .
Homem em um campo de refugiados palestinos do Nakba(desastre em árabe), resultante daGuerra árabe-israelense de 1948.
Nos primeiros anos do Estado, o Sionismo trabalhista, movimento sionista liderado pelo então Primeiro-ministro David Ben-Gurion dominava a política israelita.[79] [80]Esses anos foram marcados pela imigração maciça dos sobreviventes doHolocausto e um influxo de judeus perseguidos em terras árabes. A população de Israel aumentou de 800 000 para dois milhões entre 1948 e 1958.[81] A maioria dos refugiados que chegaram sem posses e foram alojados em campos temporários conhecidos como ma'abarot. Em 1952, mais de 200 000 imigrantes viviam nestas "cidades tenda". A necessidade de resolver a crise levou Ben-Gurion a assinar um acordo com a Alemanha Ocidental que desencadeou protestos em massa de judeus que eram contrários a ideia de Israel "fazer negócios" com a Alemanha.[82]
Durante a década de 1950, Israel foi atacado constantemente por militantes, principalmente a partir da Faixa de Gaza, que estava sob controle egípcio.[83] Em 1956, Israel criou uma aliança secreta com o Reino Unido e a França destinada a recapturar o canal do Suez, que os egípcios tinham nacionalizado (ver Guerra do Suez). Apesar da captura da península do Sinai, Israel foi forçado a recuar devido à pressão dos Estados Unidos e da União Soviética, em troca de garantias de direitos marítimos de Israel no Mar Vermelho e no Canal.[84]
No início da década seguinte, Israel capturou Adolf Eichmann, um dos criadores da Solução Final escondido na Argentina, e o trouxe para julgamento.[85] O julgamento teve um impacto importante sobre a conscientização do público sobre oHolocausto,[86] Eichmann foi única pessoa executada por Israel,[87] embora John Demjanjuk tivesse sido condenado a morrer antes de sua condenação ser anulada pela Suprema Corte de Israel.[88]

Conflitos e tratados de paz[editar | editar código-fonte]